Annoted bibliography

Transparency in Cooperative Online Education [accessed January 5, 2010]
by Chritian Dalsgaard and Morten Flate Paulsen
in The International Review of Research in Open and Distance Learning, Vol 10, No 3 (2009)

While one might think otherwise, social networks are not new systems of learning management.
But if we take into account the principle of freedom cooperative, these sites have very good potential. Allow a special form of communication and interaction with all the pedagogical potential. This potential is transparency and awareness that students have to be part of a community.
The use of a research study conducted by NKI Distance Education underlies and justifies the claims.

In my opinion, this article has the merit of bringing together a number of innovative ideas and very assertive about online education transparent.Wins special value, from a concrete experience which the authors have a profound experience.

Social networking sites: Transparency in online education [accessed January 5, 2010]
by Chritian Dalsgaard
in https://ncom.nordicom.gu.se/ncom/fbspretrieve/148036/Social_networking_sites_Dalsgaard.pdf (six pages)

They enable and promote international collaboration students, teachers and the rest of the community. They have the potential to facilitate transparency between the students, allowing each one to go see and overseeing the work of others.
Further, the center of learning, with social networks, is the individual and their issues / problems.

“The pedagogical potential lies within developing social networks, in which students share their individual or group activities. The potential is to support transparency through a combination of personalization and socialization, sharing personal tools within social networks (Dalsgaard 2006). The web service del.icio.us is a fine example of the combination of personalization and socialization. Del.icio.us is a social bookmarking service, which enables people to collect their bookmarks on a webpage. Initially the service supports individual organization and use of bookmarks. However, the bookmarks are made available for everyone on the web, which means that they are shared. Students can use similar personal tools to organize their work, collect literature, write notes, brainstorm, develop ideas and thoughts, write assignments, etc.. Sharing these tools with other students through networking supports transparency and consequently awareness among students “(p.5)

In my opinion, and even social networks can be viewed or some as a mere entertainment, the author addresses the question of a completely rigorous pertinet and potentiates a quality education.

Cooperative Online Education [accessed January 5, 2010]
Morten Flate Paulsen
in Seminar.net – International journal of media, technology and lifelong learning
Vol. N – Issue N – 20NN

In this paper, Prof. Morten presents his theory of the Cooperative Online Education.
In this context, inserts an item on the Transparency Supports Cooperation.
Highlights three advantages in the quality of learning:
– Preventive quality improvement, because we are prone to provide better quality when we know that others have access to the information and contributions we provide
– Constructive quality improvement, because we may learn from others when we have access to their data and contributions
– Reactive quality improvement, because we may receive feedback from others when they have access to our data and contributions

Read the text of the prof. Morten, relating mainly to the theory of cooperative freedom associated with individual flexibility, made his writings and theories brings up to become clearer, more workable.

Principles for Improving Online Tranparency, Quality
[accessed January 5, 2010]
Christopher Hill

in https://www.facultyfocus.com/?p=8431 (20/10/2009)

In this paper, the author presents a series of very useful principle to promote transparency in online education.

Principles of Effective Online Teaching: #1 Show Up and Teach The necessity of this statement is borne of the misimpression that the online class “teaches itself.” Since most of the course is already authored and designed for online delivery, instructors may believe they simply need to serve as the proverbial “guide on the side” as the students navigate the learning system. Not true!

Principles of Effective Online Teaching: #2 Practice Proactive Course Management Strategies — The online instructor can help create a successful learning experience by practicing proactive course management strategies such as monitoring assignment submissions, and communicating and reminding students of missed and/or upcoming deadlines.

Principles of Effective Online Teaching: #3 Establish Patterns of Course Activities — Although the online classroom environment provides tremendous flexibility of time and place of study, establishing and communicating a course pace and pattern of work can aid both instructor and student, and alleviate confusion around how the course operates.

Principles of Effective Online Teaching: #4 Plan for the Unplanned — For those small or not-so-small occasions when “life happens,” having a strategy for informing students of these changes can go a long way to maintaining course continuity.

Principles of Effective Online Teaching: #5 Response Requested and Expected — Timely instructor feedback is essential for the online learner to manage their learning experience. Instructors are expected to respond to student inquiries within one business day.

Principles of Effective Online Teaching: #6 Think Before You Write — Most experienced online instructors can relay a variety of stories about a dialogue with a student that went awry due to a misinterpretation or misunderstanding of the intended message. Take special care to be as clear and concise as possible.

Principles of Effective Online Teaching: #7 Help Maintain Forward Progress — Students in the online classroom rely on the timely return of assignment and exam grades in order to maintain positive forward progress in their studies.

Principles of Effective Online Teaching: #8 Safe and Secure — Using the institutionally supported learning management system provides increased degrees of security and confidentiality and keeps “institutional business” within the appropriate confines.

Principles of Effective Online Teaching: #9 Quality Counts — Instructors need to establish strategies for addressing the quality of the online learning experience, including content resources, instructional design strategies, and systems performance.

Principles of Effective Online Teaching: #10 (Double) Click a Mile on My Connection — As with many aspects of the online classroom, the technological infrastructure plays a critical role in determining student and instructor satisfaction.

In this brief text, the author draws the attention of quite clearly, how muitoos organizational issues and help design and promote the transparency and quality.

Guião para a Entrevista

O grupo ao qual pertenço, elaborou um Guião para um Entrevista
semi-estrutrada. osteriormente, iremos trabalhar em Grupo/Turma um Guião
comuma todos nós.

Eis o nosso trabalho:

Este trabalho, realizado no âmbito da UC de Metodologias de Investigação em contexto online, do Curso de Mestrado Pedagogia em e-Learning, da Universidade Aberta, tem como objectivo a produção em equipa de um guião para uma entrevista.

Guião para a Entrevista

INTRODUÇÃO O guião destina-se a orientar uma entrevista semi – estruturada com o intuito de estudar a forma como os amigos dos estudantes deste mestrado percepcionam o ensino a distância.

Os objectivos deste estudo são:

Saber o que pensam pessoas que nunca tiveram experiência de ensino a distância sobre o ensino a distância;
Saber como é que valorizam e/ou desvalorizam o ensino a distância, pessoas que nunca tiveram experiência de ensino a distância;
Saber o que sentem as pessoas que nunca tiveram experiência de ensino a distância do facto de serem amigas de estudantes de mestrado em Ensino a Distância.

O processo para a recolha de dados escolhido foi a entrevista semi-estruturada o que pode ser uma mais valia para o estudo, já que permite a aceder a uma grande quantidade de informação e de esclarecer alguns aspectos da informação prestada, que de outra forma ficariam ocultos. Se realizada em contexto online, traz o problema de conseguir um instrumento capaz de a tornar exequível.
A construção do guião da entrevista envolveu três fases distintas: pesquisa individual sobre os métodos de recolha de dados, pesquisa sobre a utilização de entrevistas e sobre as técnicas de entrevista; preparação em equipa de um guião para uma e-entrevista; apresentação dos guiões e discussão em fórum geral e construção de um guião comum para uma e-entrevista.

PLANEAMENTO Entrevistados: amigos que nunca tiveram experiências de ensino a distância, contactados previamente e a quem são explicitados os objectivos do estudo e esclarecida a razão pela qual foram escolhidos, mostrando a importância da sua participação nas respostas, do tempo de duração previsto na sua realização, devendo, por isso, combinar-se a data e a hora.
Local da entrevista: No Messenger ou no GTalk, conforme a possibilidade do entrevistado.
Tempo: Prevê-se que a duração não ultrapasse a hora e meia, mas a entrevista pode ser interrompida e retomada mais tarde, sempre que se justificar, de acordo com as possibilidades dos intervenientes.

Quando se contactar os possíveis entrevistados devemos esclarecer bem o seguinte:
Objectivos do estudo e sua razão de ser;
O tempo estimado da entrevista e o facto de poder ser interrompida;
O meio através do qual o entrevistado prefere ser abordado: Messenger ou GTalk
Por fim, deixar bem claro que o anonimato será salvaguardado.

ENTREVISTA
O entrevistador deve ter em conta as perguntas discutidas para cada uma das questões, mas pode reformular e alterar a ordem no decorrer da entrevista, devendo permitir que o entrevistado discorra, mas controlando sempre que o mesmo não se esteja a desviar do assunto em estudo.

Perguntas tipo:
1) Para conseguir saber o que pensam pessoas que nunca tiveram experiência de ensino a distância sobre esta modalidade de ensino, gostava que me dissesse:
1.1. Já ouviu / ouviste falar da modalidade de ensino à distância?

1.1.1 Se sim, como defines / define ensino a distância?

1.2. Conheces/conhece mais alguém, além de mim, que frequente ou já tenha frequentado um curso a distância?

1.3. Já ponderaste/ponderou a hipótese de frequentar um curso a distância? Porquê?

1.3.1. Se sim, o curso seria voltado para a sua actividade profissional ou não?

1.3.2. Que tipo de curso?
– Formação?
– Licenciatura?
– Pós-graduação?

2) Outro dos objectivos desta entrevista é saber como é que valorizam e/ou desvalorizam o ensino a distância. Por isso, gostava que:
2.1. Indica / Indique duas razões que possam levar as pessoas em geral a frequentar um curso a distância.

2.2. Refere / Refira dois aspectos positivos que para ti/si distingam claramente o ensino a distância do ensino presencial.

2.2.1 Que pontos fracos encontras / encontra nesta modalidade de ensino (ensino a distância)?

3) Também precisamos de saber como é que sentem o facto de ser amigo de um estudante de mestrado em Ensino a Distância. Tendo isto presente, diga-me:
3.1. A teu/seu ver, a minha vida pessoal e/ ou profissional sofreram alterações após ter ingressado no mestrado?
3.2. Quais dos aspectos sofreu mais alterações?
3.3. De que forma foram alterados?
3.4. As razões que identificaste/identificou anteriormente relacionam-se com facto de ter ingressado num mestrado ou de ter ingressado num mestrado a distância?

Obrigado pela tua/sua colaboração.

RECOLHA DOS DADOS
As respostas serão recolhidas através da transcrição num processador de texto, recorrendo à técnica do copy/paste.
Posteriormente, são retirados todos os dados que permitam identificar, de alguma forma, os entrevistados, por terceiros. Salvaguarde-se que se no decorrer da entrevista o entrevistado quiser referir dados pessoais e, se devidamente advertido, permitir que fiquem registados, estes não serão eliminados.
O entrevistador passará, posteriormente, a agrupar as respostas dadas pelo entrevistado, de acordo com os objectivos de investigação. Constituindo, cada um dos três objectivos de investigação, um capítulo distinto em torno do qual se agrupam as respostas dadas.
Os dados serão agrupados da seguinte forma: primeiro as respostas mais directas ao formulário pré-definido, seguindo-se os outros dados discorridos pelo entrevistado que ajudam a perceber melhor, clarificar e ampliar as respostas iniciais.

Andando no Del.ici.ous!

A utilização da ferramenta Del.ici.ous tem sido uma experiência que o Grupo/Turma tem desenvolvido, através da partilha de fontes de informação, disponibilizando o endereço, o título e um breve resumo do conteúdo, bem como as respectivas tags que permitem arrumar as referências por temas e sub-temas.
Está a superar a minha expectativa inicial, esta possibilidade de partilha.
Na segunda actividade da UC Metodologia de Investigação em Contexto online, das minhas contribuições, destaco os seguintes textos, por terem sido aqueles que mais trabalhei.

ANÁLISE DE DOCUMENTOS: MÉTODO DE RECOLHA E ANÁLISE DE DADOS
Neste texto, da autoria Sílvia Santos Calado e Sílvia Cristina dos Reis Ferreira, procura-se compreender naquilo que consiste a «análise de documentos», os cuidados a ter na recolha, as suas limitações e vantagens.

A estrutura do Processo de Recolha de Dados on-line
Este artigo de Ana Pinheiro e Bento Duarte Silva apresenta um estudo sobre a recolha dados recorrendo ao e-mail, com uma reflexão sobre as respectivas vantagens e limitações, tanto mais que o público-alvo são instituições do ensino superior português.

Inquérito por Entrevista
Este texto é um trabalho académico que aborda a entrevista como método de recolha de dados. Foi elaborado na Universidade do Minho, pelas alunas: Anabela Carneiro, Irina Freitas e Lurdes Cardoso.

Metodos de recoleccion de datos para una investigación
Este artigo, elaborado pelas engenheiras Mariela Torres e Karim Paz, demonstra que Uma pesquisa cientificamente válida deve ser alicerçada em informações verificáveis que mostre o que se pretende demonstrar, a hipótese formulada. Por isso, é essencial fazer um processo de recolha de dados de forma planeada e com objectivos claros. Este artigo apresenta um conjunto de critérios a considerar na elaboração do instrumento de recolha de informação.

Aprendendo a entrevistar: como fazer entrevistas em Ciências Sociais
Este artigo de Valdete Boni e Sílvia Jurema Quaresma aborda a importância da entrevista como uma técnica de recolha de dados subjectivos em ciências sociais. São diversos os tipos de entrevistas mais utilizados: a entrevista projectiva, entrevistas com grupos focais, história de vida, entrevista estruturada, aberta e semi-estruturada. Reflecte sobre a importância destes tipos de entrevistas, as suas vantagens e desvantagens.

Natal!!

Num tempo em que comemoramos a Encarnação do Verbo, onde a Palavra de Deus chega à sua plenitude (isto para quem acredita, claro), reassume-se o valor da palavra. Aquela realidade mágica que nos pode levar à Lua, fazer sonhar, mas também ficar triste, matar a alegria de viver. Haverá maior crime que o homicídio? E o homicídio verbal??…
Deixo um vídeo da Diana Andringa, de excelente qualidade, que mostra como as palavras fazem a realidade e como as palavras são acolhidas de acordo com a «realidade» que temos na cabeça.

Vá lá… Façamos Natal. Não acreditas em Deus? Procura, ao menos acreditar nos homens.

Natal!!

Num tempo em que comemoramos a Encarnação do Verbo, onde a Palavra de Deus chega à sua plenitude (isto para quem acredita, claro) , reassume-se o valor da palavra. Aquela realidade mágica que nos pode levar à Lua, fazer sonhar, mas também ficar triste, matar a alegria de viver. Haverá maior crime que o homicídio? E o homicídio verbal??…
Deixo um vídeo da Diana Andringa, de excelente qualidade, que mostra como as palavras fazem a realidade e como as palavras são acolhidas de acordo com a «realidade» que temos na cabeça.

Vá lá… Façamos Natal. Não acreditas em Deus? Procura, ao menos acreditar nos homens.

Avaliação em contextos de e-learning

Um leitura do artigo de BARBERÀ, E. (2006) “Aportaciones de la tecnología a la e-Evaluación”. RED. Revista de Educación a Distancia, Año V. Número monográfico VI.

Aconselho uma leitura na íntegra, mas aqui está uma visão minha do referido texto.

Avaliação da prática educativa virtual

Pontos fortes:

– a flexibilidade de horário e de tempo (24x7x365);

– a informação que se dá a um aluno d ensino à distância sobre a totalidade da sequência didáctica que será realizada num tempo concreto e programado;

– o ciberespaço, como espaço de ensino e aprendizagem supõe o acesso a a uma grande quantidade de informação e comunicação;

Pontos débeis:

– uma certa inflexibilidade instrucional, na qual a docência acaba por se converter num conjunto de tarefa com datas de início e de fim, sem grnade relação interna entre si;

– o retorno qualitativo que se verifica dos trabalhos realizados na rede, porque o contributo dos professores e dos alunos, ainda que cheios de possibilidades de aprendizagem, acabam por ser um ponto débil;

– falta de critérios de avaliação e de comunicação de resultados;

– a interacção do aluno e do professor sobre os conteúdos é outros dos aspectos frágeis do ensino em contextos virtuais;

– uma certa sensação que o aluno tem de se sentir enganado, pois vai realizando tarefas e sendo avaliado, mas tem dificuldade em ter uma visão de conjunto da matéria e da sua progressão.

Influências da avaliação

A avaliação em si tem algumas influências positivas:

– de tipo motivacional, pois o simples facto de o aluno saber que vai ser avaliado coloca-o mais desperto para aprender e colaborar nas tarefas;

– um certa influência de consolidação, pois ao avaliar, se bem programada esta avaliação, ajuda o aluno a consolidar a matéria apreendida;

– influência de carácter antecipatório. Ao saber como vai ser avaliado no contexto de ensino e aprendizagem ajuda o aluno a ter directrizes claras de como actuar neste contexto.

Conceito multidimensional sobre a avaliação

No geral, a avaliação é reconhecida mas não conhecida.

Avaliação da aprendizagem

A avaliação que nos dá como resultado a conformidade de saber se os alunos são capazes, diante da sociedade de saber e de ser competentes num determinado âmbito.

Avaliação para a aprendizagem

Na avaliação para a aprendizagem a principal eixo motivador é a retroalimentação e o aproveitamento que os alunos e professores tiram dela.

Avaliação como aprendizagem

Esta avaliação contempla a própria aprendizagem da dinâmica avaliativa enquanto análise e reflexão das próprias práticas educativas levadas a cabo pelos alunos.

Avaliação a partir da aprendizagem

Os conhecimentos prévios e o sentido prévio com que o aluno acede à aprendizagens tornam-se elementos essenciais para a docência, podendo a partir de ali apoiar aquilo que se ensina aos alunos.

Contributos das TIC

Avaliação automática

O maior ganho desta prática tem a ver com a visualização imediata das respostas correctas, o que é muito importante para os alunos, mas também apra os professores porque a sua acção de retroalimentação apoia-se aqui.

Avaliação Enciclopédica

As vantagens desta vertente avaliativa tem diferentes aspectos, quer se trate de alunos ou professores. Para os alunos é notório que se trata de um notável ganho devido ao acesso rápido e relativamente cómodo a uma grande quantidade de informação diversificada, de distintas fontes na internet.

Mas o inconveniente é o considerável aumento de possibilidade de plágio, criando problemas não só instrucionais como também institucionais.

Avaliação colaborativa

Uma vantagem metodológica que a tecnologia dá é a possibilidade de avaliar não só o produto colaborativo, mas também o processo. No trabalho colaborativo virtual, o professor oferecer e receber distintos aspectos instrucionais válidos para a aprendizagem.

Mas há o inconveniente de que alguns alunos recorrem ao e-learning com a expectativa de realizarem as tarefas de forma isolada.

Processo de avaliação

A avaliação é mais do que os instrumentos de recolha de evidências avaliativas. Tem havido alguma confusão entre avaliação e instrumentos de avaliação através dos quais se recolhem os dados avaliáveis, e também confundir avaliação com a classificação que merece as referidas aprendizagens.

A comunicação dos resultados serve para clarificar e exercer a função mais normativa da avaliação, mas também para desenvolver a psico-pedagogia, dando uma importância nuclear às ajudas educativas e ao feedback num contexto virtual.

Feedback virtual como direito e como dever

A proposta consiste em transladar a atenção do local em que a temos tido até agora (nos instrumentos) para a reflexão sobre o diálogo avaliativo que se gera a partir da aplicação dos instrumentos.

Acreditamos que os alunos têm direito a melhorar as suas próprias produções a partir do próprio desenho da avaliação e isso também acarreta deveres para eles. O feedback virtual abre campos a uma necessária revisão e chama a atenção dos alunos sobre a qualidade dos seus contributos. Há que distinguir entre participação (quantidade) e interacção (qualidade).

Um dos núcleos básicos da interacção é a interacção estabelecida através dos processos de feedback que adaptam e readaptam de maneira progressiva o conhecimentos, ajustando-o de um modo correcto.

Conclusão: num contexto de melhoria contínua há-de de planificar-se os desenhos e as instruções que traduzam como um ente realmente complexo e articulado que procure uma avaliação com quatro perspectivas: avaliação da aprendizagem, avaliação para a aprendizagem, avaliação como aprendizagem e avaliação desde a aprendizagem.